O livro que faz pensar antes das urnasE-book por R$ 19,90

Fé • Política • Esperança

Capa do livro O Brasil Quer Mesmo Um Salvador da Pátria?, de Rinaldo Berbert
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Um livro de Rinaldo Berbert

O Brasil quer
mesmo um
salvador da pátria?

Discipulado cristão em uma sociedade politizada.

O livro parte de uma coincidência que virou rotina: política e religião ocupam o mesmo espaço nas redes, nos púlpitos e nas urnas, e quase sempre é difícil dizer onde uma termina e a outra começa.

Rinaldo Berbert percorre essa aproximação sem defender candidato nem partido, e pergunta o que a Bíblia responde a quem espera ser salvo por alguém.

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  • Discipulado cristão em uma sociedade politizada
  • Baseado na Escritura e na tradição reformada
  • Sem partidos: princípios acima das preferências
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Como o livro é construído

Três partes que se completam

Fundamentação bíblica e histórica, uma leitura da realidade brasileira e, no fim, direção prática para o voto e para o cotidiano.

01

Fundamentação

O que a tradição reformada ensina sobre Igreja, Estado e as esferas de soberania, de Lutero e Calvino a Kuyper.

02

Percepção

Por que a idolatria do coração nos leva a procurar salvadores humanos, e o que acontece quando eles falham.

03

Direção

Uma ética política bíblica para cidadãos do Reino: como viver e como votar sem transformar o voto em idolatria.

A tese do livro

Sem Salvador, a Igreja procura salvadores da pátria.

É essa a aposta de Rinaldo Berbert. Na leitura dele, o problema da política brasileira vai além da honestidade e da gestão: está na esperança posta no lugar errado e numa Igreja que aceita o papel de partido.

Cristo, profeta, sacerdote e rei, é a resposta que o livro defende, e que o Brasil precisa ouvir.

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O caminho do livro

Nove capítulos, do diagnóstico à direção

O livro abre com a imersão da fé na política, passa pela corrupção emambas as esferas e chega a uma ética política baseada na Bíblia, para viver como cidadão do Reino em meio à polarização.

Ler o livro completo
  1. 01Imersão religiosa na política ou imersão política na religião?
  2. 02Igreja e Estado do período da Reforma aos dias de hoje
  3. 03Corrupção política e corrupção religiosa
  4. 04Perdidos num país laico
  5. 05O que sobra se tirarmos Deus da equação política?
  6. 06Não podemos esperar que a política faça o papel da Igreja
  7. 07A utopia de “um salvador da pátria” dentro de um sistema corrompido
  8. 08O Brasil precisa, na verdade, do Salvador da Pátria — Jesus
  9. 09Precisamos de uma ética política baseada na Bíblia Sagrada
Capa do livro O Brasil Quer Mesmo Um Salvador da Pátria?, de Rinaldo Berbert
Uma leitura para as eleições — e para a vida.

Um trecho para sentir o tom do livro

Nenhum governante sustenta o que se espera dele

“Existe uma injustiça silenciosa cometida contra muitos líderes políticos. Espera-se deles aquilo que Deus nunca lhes pediu para realizar.”
“O verdadeiro Salvador não veio do centro do poder político. Veio do céu! Belém continua corrigindo Jerusalém. A cruz continua corrigindo os tronos.”

O livro se dirige a quem já se decepcionou com “salvadores da pátria” e quer entender de onde veio essa expectativa.

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O início do Capítulo 1.

Conheça a voz do autor e a pergunta que abre o livro.

Capítulo 1Imersão religiosa na política ou imersão política na religião?Clique para ler um trecho gratuito.Ler o trechoFechar trecho

O Brasil Quer Mesmo Um Salvador da Pátria?

Capítulo 1 · Trecho

Vivemos uma época em que política e religião caminham extremamente próximas. Em muitos contextos, tornou-se difícil distinguir onde termina a fé e começa a ideologia.

Essa aproximação não é um fenômeno inteiramente novo. Ao longo da história, sempre existiu uma relação entre convicções religiosas e estruturas de poder. Reis recorreram à religião para legitimar seus governos, enquanto líderes religiosos, por vezes, buscaram apoio político para fortalecer sua influência. O problema não está na existência dessa relação, mas na perda dos limites estabelecidos por Deus para cada esfera da vida.

Vivemos dias em que as redes sociais ampliam esse fenômeno. Em poucos minutos, discursos políticos são compartilhados como se fossem sermões, enquanto mensagens bíblicas são interpretadas exclusivamente por lentes ideológicas. Muitos passam a enxergar as Escrituras não para serem orientados por elas, mas para encontrar justificativas para posições previamente assumidas. Nesse processo, a Palavra deixa de julgar o homem, e o homem tenta julgar a Palavra.

Será que fé e política são incompatíveis? O grande problema reside na confusão indevida entre as esferas estabelecidas por Deus. Quando a Igreja abandona a sua missão principal para tornar-se instrumento partidário, ela ultrapassa os limites de sua vocação espiritual. Por outro lado, quando o Estado tenta ocupar funções morais e espirituais absolutas, também invade um território que não lhe pertence.

Kuyper defendia que a sociedade não deveria ser organizada a partir de um poder central absoluto, mas mediante a cooperação equilibrada das diversas esferas sociais. Essa compreensão ficou conhecida como esferas de soberania. Segundo essa perspectiva, nenhuma instituição humana recebeu de Deus autoridade ilimitada. Todas respondem ao Senhor e exercem um papel específico dentro da criação.

A missão da Igreja é espiritual. Jesus declarou: “O meu reino não é deste mundo.” (João 18.36). Entretanto, a missão da Igreja produz um impacto social. O Evangelho transforma indivíduos e, consequentemente, influencia a sociedade.

As maiores transformações sociais da história frequentemente nasceram de corações alcançados pelo Evangelho. A Igreja influencia a sociedade quando compreende a sua missão.

E é exatamente essa missão que este livro procura recolocar no centro.

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Capítulo 1

Imersão religiosa na política ou imersão política na religião?

Vivemos uma época em que política e religião caminham extremamente próximas. Em muitos contextos, tornou-se difícil distinguir onde termina a fé e começa a ideologia.

Essa aproximação não é um fenômeno inteiramente novo. Ao longo da história, sempre existiu uma relação entre convicções religiosas e estruturas de poder. Reis recorreram à religião para legitimar seus governos, enquanto líderes religiosos, por vezes, buscaram apoio político para fortalecer sua influência. O problema não está na existência dessa relação, mas na perda dos limites estabelecidos por Deus para cada esfera da vida.

Vivemos dias em que as redes sociais ampliam esse fenômeno. Em poucos minutos, discursos políticos são compartilhados como se fossem sermões, enquanto mensagens bíblicas são interpretadas exclusivamente por lentes ideológicas. Muitos passam a enxergar as Escrituras não para serem orientados por elas, mas para encontrar justificativas para posições previamente assumidas. Nesse processo, a Palavra deixa de julgar o homem, e o homem tenta julgar a Palavra.

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Rinaldo Berbert, autor do livro O Brasil Quer Mesmo Um Salvador da Pátria?

Sobre o autor

Rinaldo Berbert

Mineiro, 60 anos, casado com Priscilla e pai de Yan Lucca, Bárbara e Nicolas. É bacharel em Teologia pelo Seminário Presbiteriano Rev. Denoel Nicodemos Eller e pós-graduado em Teologia Sistemática pelo Centro Presbiteriano Andrew Jumper, da Mackenzie.

Pastor há mais de 35 anos, é autor de O Brasil Quer Mesmo Um Salvador da Pátria?, um chamado ao discipulado cristão em uma sociedade politizada.

Acompanhe @rinaldoberbert